Loucura

A gargalhada louca
escorre da boca
o cérebro desfalece
adormece
as imagens se sobrepõem
em vertiginosa viagem
de cores e dores
insuportáveis
medonhas, desumanas
monstros brancos que aos poucos
invadem todos os lugares
e mente já não suporta
e se desmancha em luzes
e a gargalhada rasga a noite
entra pelas frestas das janelas
a loucura irrompe, indomável
e assim fenece, adormece
no peito do louco
o último fio de lucidez

(escrito por Zailda Mendes)

3 Comentários

  1. 27 Julho, 2008 às 5:31 pm

    Obrigada pelo convite,mas eu já andei por aqui,viu?(Risos)
    Amo poesias e amo ler também!
    Amei essa que vc escreveu.
    Uippp…!Lindo:”e assim fenece, adormece
    no peito do louco
    o último fio de lucidez”
    Bjss…e parabéns pelo Blog.
    Fui,mas voltarei com certeza!

    Zailda responde:
    Será sempre bem-vinda aqui, apareça sempre!
    Beijos

  2. Maria Gabriela disse,

    29 Julho, 2008 às 1:59 pm

    bOM Ñ GOSTEI MTO DOS VERSOSO ACHO Q TEM Q TER VERSOOS PEKENOS E MAIS DA HR..oK???

    Zailda responde:
    Obrigada pela visita e o comentário.

  3. JOSÉ AUTACIR AGUIAR DA ROSA disse,

    1 Setembro, 2009 às 6:28 pm

    Adoro a loucura, ela me fascina.
    Procurei, e achei teus versos. Muito lindo
    “Adormece no peito do louco
    o último fio de lucidez”
    M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O


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