A gargalhada louca
escorre da boca
o cérebro desfalece
adormece
as imagens se sobrepõem
em vertiginosa viagem
de cores e dores
insuportáveis
medonhas, desumanas
monstros brancos que aos poucos
invadem todos os lugares
e mente já não suporta
e se desmancha em luzes
e a gargalhada rasga a noite
entra pelas frestas das janelas
a loucura irrompe, indomável
e assim fenece, adormece
no peito do louco
o último fio de lucidez
(escrito por Zailda Mendes)

Sonia da Rocha Lima disse,
27 Julho, 2008 às 5:31 pm
Obrigada pelo convite,mas eu já andei por aqui,viu?(Risos)
Amo poesias e amo ler também!
Amei essa que vc escreveu.
Uippp…!Lindo:”e assim fenece, adormece
no peito do louco
o último fio de lucidez”
Bjss…e parabéns pelo Blog.
Fui,mas voltarei com certeza!
Zailda responde:
Será sempre bem-vinda aqui, apareça sempre!
Beijos
Maria Gabriela disse,
29 Julho, 2008 às 1:59 pm
bOM Ñ GOSTEI MTO DOS VERSOSO ACHO Q TEM Q TER VERSOOS PEKENOS E MAIS DA HR..oK???
Zailda responde:
Obrigada pela visita e o comentário.